Plutão
Plutão rege a transformação, o poder e aquilo que não tem volta. Foi descoberto em 1930 e, em 2006, reclassificado como planeta anão.
O que rege
Plutão descreve a área das mudanças profundas e irreversíveis: crises depois das quais a pessoa se torna outra. A ele se associam o poder, o controle, o reprimido, além de processos coletivos — as massas, o dinheiro em grande escala, o submundo.
O ciclo é de 248 anos, com 12 a 32 anos em cada signo por causa da órbita muito alongada.
Nos signos e nas casas
O signo de Plutão descreve uma geração e seu principal tema coletivo.
A casa mostra onde ocorrem as mudanças irreversíveis da pessoa: na oitava, por meio de crises e recursos alheios; na quarta, por meio da família; na décima, por meio do poder e da reputação.
Posições fortes e fracas
Regente de Escorpião segundo a tradição moderna; na clássica, era Marte.
Depois de 2006, Plutão deixou de ser considerado planeta pela astronomia, mas os astrólogos continuam a usá-lo. Isso é revelador: para a astrologia, o que importa não é o status astronômico do objeto, e sim a tradição interpretativa estabelecida — o que por si só diz muito sobre a natureza do método.