Júpiter
Júpiter rege a expansão, a sorte e o sentido: aquilo em que a pessoa acredita e onde ela “tem sorte”.
O que rege
Júpiter descreve a visão de mundo, a relação com o conhecimento e a fé, a inclinação ao risco e à generosidade. Na tradição, é o “benéfico maior” — o planeta cuja posição é considerada favorável quase sempre.
O ciclo de Júpiter é de cerca de doze anos, aproximadamente um ano em cada signo. É a esse ciclo que se liga a contagem de doze anos da astrologia oriental: os astrônomos chineses contavam os anos pela revolução de Júpiter muito antes de surgir o horóscopo com animais.
Nos signos e nas casas
No signo, Júpiter mostra em que a pessoa acredita e como se expande: em Sagitário, por meio de viagens e ideias; em Virgem, por meio da habilidade e da ordem.
Na casa, mostra de onde vem o crescimento: na segunda, o dinheiro; na nona, a educação e os países distantes; na décima primeira, por meio da comunidade.
Posições fortes e fracas
Domicílio em Sagitário e Peixes, exaltação em Câncer. Exílio em Gêmeos e Virgem, queda em Capricórnio.
O retorno de Júpiter à posição natal acontece por volta dos 12, 24, 36 e 48 anos — na astrologia, essas idades são consideradas pontos de expansão. A coincidência com etapas reais da vida tem uma explicação mais simples: nessas idades, a maioria das pessoas já passa por transições.